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Cirurgia Ortognática Minimamente Invasiva

Se você faz algum trabalho ou exerce alguma atividade, principalmente na área de saúde, e o realiza da mesma forma há mais de 05 anos, reveja os seus conceitos.

Partindo disso, no caso da Cirurgia Ortognática, ocorre uma evolução das técnicas cirúrgicas, dos cuidados pré e pós-operatórios, e os pacientes tendem a ter uma recuperação mais acelerada e os resultados otimizados. Esse conjunto de novos princípios constitui a Cirurgia Ortognática Minimamente Invasiva. Então nada mais relevante que se manter atualizado e preparado para poder oferecer isso aos pacientes. Inovação mantendo-se os princípios. Felizmente, tivemos um aprendizado sólido nesse “novo jeito de fazer” cirurgia ortognática e acrescentou muito na minha formação profissional, refinando minha técnica cirúrgica.

Cirurgia Ortognática – objetivos

Os objetivos não mudam mesmo se executando o procedimento de forma menos traumática:

– Devolver uma mordida satisfatória para o paciente nas situações em que a ortodontia somente não seria possível de corrigir;

– Harmonizar a estética facial;

– Melhorar a respiração, principalmente nos casos que o paciente apresenta a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono;

– E em algumas situações, pode tratar pacientes que sofram de alguma disfunção temporomandibular específica.

Minimamente Invasiva?

Evolutivamente, a cirurgia geral, a ortopedia, a neurocirurgia já utilizam esses princípios faz mais tempo, com o auxílio de cirurgias vídeo assistidas, ou até mesmo com utilização de robôs.

No caso específico da Cirurgia Ortognática Minimamente Invasiva, temos algumas alterações, que vai desde o pré-operatório, com planejamento cirúrgico virtual individualizado do paciente e nutrição adequada, passando principalmente pela técnica cirúrgica, e finaliza com acompanhamento pós-operatório especializado.

As consequências da instituição desse protocolo resultam em um menor tempo de duração do procedimento cirúrgico e de internação hospitalar; menor inchaço; recuperação mais rápida da sensibilidade, melhor motilidade dos lábios e língua que aceleram o processo para falar e se alimentar; retorno mais rápido às suas funções diárias em relação ao trabalho/estudo; Então, você acha mesmo que precisa sofrer muito para passar pelo processo da Cirurgia Ortognática? Claro que não, se o seu cirurgião for aberto ao processo de evolução, manter-se atualizado e atento às mudanças que acontecem com os procedimentos e estiver afeito a incorporar na sua rotina de trabalho. Os pacientes agradecem muito. Pelo menos, os nossos pacientes, sim!!!

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